Design com sotaque
Projetos de identidade visual e ilustração que unem a linguagem urbana à brasilidade. Da criação de estampas autorais a grandes iniciativas culturais, nosso foco é entregar processos criativos singulares.


A ilustração da Uará é construída como uma colagem: cada animal e planta é pintado separadamente, em textura de pincel seco, e depois recortado do fundo.
As camadas recortadas são sobrepostas para montar a cena a onça, o lobo-guará, o veado e os ramos de café convivem no mesmo plano sem perspectiva única, como um mosaico.
Essa sobreposição de recortes pintados à mão dá à marca uma textura artesanal, próxima do caderno de campo, em vez de uma ilustração vetorial lisa.


Todo o desenvolvimento respeitou rigorosamente a paleta institucional do Banco do Brasil e as diretrizes de compliance da marca, garantindo coerência, reconhecimento e segurança na aplicação da identidade em diferentes suportes.
A partir da identidade visual criada, foi possível desdobrar o projeto em diversos materiais gráficos e promocionais, assegurando unidade e força visual em toda a experiência do evento. Entre os itens desenvolvidos estão:
Copos personalizados
Lambes-lambes
Brindes institucionais
Materiais de ambientação e apoio
O resultado é uma identidade que equilibra tradição e inovação, reforçando o posicionamento do Banco do Brasil como uma marca sólida, brasileira e conectada ao futuro, criando uma presença marcante e afetiva dentro do Web Summit Rio 2025.


As artes produzidas foram aplicadas de forma integrada, compondo todo o cenário do evento, fortalecendo a experiência do público e garantindo unidade estética em todas as plataformas e ambientes do festival.


O conceito parte da ideia de que território não é apenas um espaço geográfico, mas um lugar de vida, memória e identidade, onde povos, rios, florestas e modos de viver se conectam em uma mesma rede simbólica e ecológica. Em muitos contextos amazônicos, o território é entendido como o espaço onde comunidades tradicionais constroem sua existência cultural e material, estabelecendo relações históricas com a natureza e com seus próprios saberes.
A linguagem visual foi pensada para dialogar com o design editorial contemporâneo, utilizando traços vetoriais, cores vibrantes e composições simples que reforçam a leitura da matéria e ampliam sua dimensão narrativa. Cada imagem funciona como um fragmento de história, revelando o cotidiano de quem vive e constrói esses territórios.
Mais do que representar a paisagem, o projeto busca valorizar a dimensão viva dos territórios, evidenciando a coexistência entre natureza, cultura e comunidade. Assim, as ilustrações atuam como um convite visual para refletir sobre a diversidade de formas de habitar o mundo.


A ilustração foi pensada como um elemento de valorização da memória, da representatividade e da força simbólica dessas figuras, dialogando com a estética e os valores do festival.
A arte foi aplicada na produção de cangas e em outros materiais do evento, ampliando sua presença no espaço e fortalecendo a identidade visual do AFROPUNK junto ao público.


O principal objetivo da identidade foi conectar a área central da cidade e diferentes territórios urbanos ao universo do circo, traduzindo sua magia, diversidade e potência cultural em uma comunicação acessível, vibrante e integrada ao espaço urbano.


O sistema foi pensado para aplicação em diferentes formatos, compondo uma linguagem visual dinâmica, adaptável e contemporânea.


O desafio foi traduzir visualmente as relações entre território, meio ambiente, memória e resistência feminina, construindo uma narrativa gráfica capaz de representar a diversidade de mulheres impactadas pela crise climática sem abrir mão da sensibilidade e da esperança.


Desenvolvi uma série de imagens autorais em colagem digital para o Manual de Práticas Ambientais e Agrícolas, a convite da ONG Raízes do Amanhã.
O projeto foi pensado para traduzir visualmente a relação entre território, cultivo e cuidado com a terra, valorizando os saberes tradicionais e a agricultura familiar como fundamentos de um futuro sustentável.
A partir da colagem como linguagem central, construí composições que articulam elementos botânicos, figuras humanas e paisagens rurais, criando narrativas visuais que conectam o cotidiano do trabalhador do campo a uma dimensão simbólica e poética.
A direção estética se baseia em uma paleta vibrante e orgânica, explorando o contraste entre cores quentes e frias para evocar sensações como o calor do sol, a fertilidade do solo e a riqueza da biodiversidade brasileira.


Cada obra é construída como um território simbólico, onde referências afro-diaspóricas e latino-americanas se entrelaçam, resgatando histórias, afetos e espiritualidades que atravessam o tempo. Fragmentos visuais são reorganizados para criar novas narrativas mais potentes, mais diversas, mais nossas.
*Obra autoral protegida por direitos autorais. Não é permitida sua reprodução, edição, comercialização ou utilização em qualquer meio sem autorização prévia e expressa. O uso indevido está sujeito às medidas legais cabíveis*


Tivemos a alegria de criar uma peça dentro da identidade visual da ONG Themis, trazendo a colagem digital como linguagem para fortalecer a mensagem do projeto.
A proposta foi traduzir, em imagem, algo que é essencial no trabalho deles: justiça que se constrói de forma coletiva, com muitas vozes e nenhum silêncio.
A escolha dos rostos, das presenças e dos elementos naturais não é aleatória tudo se encontra para reforçar a ideia de diversidade, resistência e construção conjunta. Uma narrativa visual onde diferentes histórias ocupam o mesmo espaço com força e dignidade.
Ficamos muito felizes em contribuir com essa construção.
Projetos assim lembram a gente do poder da arte: comunicar, provocar e transformar. Gratidão Themis! <3


Essa identidade nasce do orgulho de ser daqui.
De um Brasil que pulsa nas cores, nos símbolos e nas memórias do cotidiano. Inspirada na frase “Deus me livre não ser brasileiro”, a proposta celebra aquilo que muitas vezes passa despercebido: o copo americano suado na mesa, o orelhão que marcou encontros, o chinelo gasto de tanto viver, a fruta, a bandeira, o calor.
A composição mistura elementos populares com uma estética gráfica vibrante, criando um mosaico afetivo que traduz o verão brasileiro intenso, diverso e cheio de história.
Mais do que uma estética, essa identidade é um posicionamento: é sobre reconhecer beleza no comum, valorizar nossas referências e transformar o cotidiano em linguagem visual.
Porque ser brasileiro não é só um lugar é um sentimento que atravessa cor, memória e vivência.


Rio Bonito é uma coletânea dos três textos vencedores da categoria adulto do I Concurso Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio, reunindo narrativas sensíveis e potentes da dramaturgia brasileira contemporânea. A ilustração da capa foi pensada para traduzir visualmente a força poética e a pluralidade dos textos apresentados.
Atuação também na criação de ilustrações para duas edições da Revista CHICO, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), desenvolvendo imagens que ampliam a comunicação dos conteúdos editoriais e fortalecem a identidade visual da publicação.


O conceito visual destacou pontos turísticos emblemáticos da cidade, criando uma narrativa gráfica que conecta o visitante à experiência carioca desde o espaço físico.
A identidade foi aplicada de forma integrada na ambientação do hostel, contribuindo para um espaço acolhedor, vibrante e alinhado à cultura local, valorizando o Rio como território de encontro, diversidade e movimento.


A estética do lambe-lambe é o eixo central da criação: cores vibrantes, recortes, texturas e sobreposições remetem à linguagem urbana e ao gesto manual, evocando cartazes de rua, manifestações culturais e a ocupação do espaço público. A composição visual reflete o caos organizado do Carnaval, onde diferentes referências se misturam e convivem, criando uma identidade pulsante, popular e contemporânea.
O resultado é uma identidade que celebra a diversidade cultural brasileira, dialoga com o tropicalismo e reforça o caráter coletivo, acessível e experimental do Festival Geleia Geral.


O que move nosso processo criativo
Criamos design com identidade, escuta e propósito.
Cada projeto nasce do encontro entre repertório cultural, pesquisa visual e diálogo constante, resultando em soluções visuais que comunicam com verdade, afeto e presença.
Processo autoral
Desenvolvemos projetos únicos, sem fórmulas prontas. Cada identidade, ilustração ou peça gráfica parte de pesquisa cultural, referências afro-brasileiras e escuta sensível do contexto do projeto.
Criação em diálogo
Acreditamos no processo colaborativo. Caminhamos junto com o cliente em todas as etapas, mantendo trocas constantes para que o resultado final represente, de fato, a essência do projeto.
Design com identidade
Unimos linguagem urbana, brasilidade e narrativas visuais potentes. Nosso trabalho valoriza corpos, territórios e histórias que historicamente foram invisibilizadas no design.
Entrega com cuidado e agilidade
Prezamos por organização, prazos bem definidos e atenção aos detalhes sem abrir mão do afeto, da escuta e da qualidade estética em cada entrega.
Mais Histórias, Mais Cores
Cada projeto é um mundo. Convidamos você a passear pelo nosso Behance e descobrir a coleção completa das nossas criações, identidades e ilustrações tropicais.